Mega acção de voluntariado promovida pela Fundação EDP

Parte de Nós reuniu 50 empresas e 1.500 voluntários na reabilitação de 12 hospitais

No passado dia 24 de Setembro, cerca de 1500 voluntários colaboradores de 50 empresas integraram a iniciativa de voluntariado empresarial "Parte de Nós", promovida pela Fundação EDP e que resultou em intervenções de reabilitação nas alas materno-infantis de 12 unidades hospitalares de norte a sul do país.

De acordo com informações avançadas pela Fundação EDP à IP NEWS, o balanço da acção foi "francamente positivo", quer pelo impacto que esta acção permitiu gerar na humanização dos 12 hospitais abrangidos; quer pela mobilização de voluntários, responsáveis hospitalares e sociedade civil que respondeu à campanha de angariação de fundos; quer também pelo facto de ter mobilizado 50 empresas públicas e privadas. De acordo com Sérgio Figueiredo, administrador delegado da Fundação EDP, "o impacto da acção é relevante, uma vez que a população total atendida nestes espaços em que estamos a intervir atinge 1 milhão de crianças e adolescentes/ano e porque o entusiasmo de quem nela está a participar prova que, se é verdade que a exclusão social contamina, a solidariedade contagia."
Da parte das empresas que resolveram associar-se à iniciativa, as expectativas eram também bastante elevadas.
A iniciativa foi promovida pela Fundação EDP, que desafiou as empresas suas parceiras de negócio a participarem nesta mega ação de voluntariado a nível nacional, que se realizou no dia 24 de Setembro. Cerca de 50 empresas e 1.500 voluntários, colaboradores das mesmas, responderam ao repto de realizar trabalhos de reabilitação e humanização dos espaços, com especial incidência na área materno-infantil, em 12 hospitais públicos, de Norte a Sul do País. A acção previa restauro e requalificação de edifícios, infraestruturas e espaços públicos de 12 hospitais nacionais, com especial incidência nas áreas materno-infantis. As intervenções poderiam ir desde pinturas, jardinagem e pequenos arranjos, como redecoração ou requalificação de espaços. Em Santa Maria (Lisboa) foi feita a remodelação do piso de pediatria e neonatologia, no Hospital Santo António (Porto) foram instalados 120 sensores de iluminação para maximizar a eficiência energéticas, no Hospital Santa Luzia (Viana do Castelo) foi colocado um sistema de ar condicionado na enfermaria de queimados, entre outros exemplos das obras realizadas. Além desta iniciativa, outros 300 voluntários dinamizaram também campanhas de sensibilização para doação de sangue e de medula óssea.
A ação de voluntariado Parte de Nós tem ainda associada uma campanha de angariação de fundos desenvolvida em parceria com a RTP e a Optimus. Trata-se de uma linha de valor acrescentado, cujo objectivo é recolher fundos para a realização desta acção. Através do 860 100 800 é possível fazer um donativo, cujo valor será utilizado na reabilitação destas 12 instituições hospitalares. O objectivo é apelar ao contributo da sociedade civil. Por cada euro doado para esta ação, a Fundação EDP oferecerá igual valor.
"Esta grande mobilização, que conta com o esforço e a generosidade de meia centena de empresas e mais de um milhar de voluntários, permite contribuir de forma muito objetiva, para melhorar as condições de 12 unidades hospitalares, impactando diretamente o bem estar de utentes e funcionários de saúde. É a maior mobilização de voluntário da história da EDP e uma das maiores a nível nacional", afirma Sérgio Figueiredo, administrador delegado da Fundação EDP.
Isabel Borgas Directora de Comunicação e Responsabilidade Corporativa da Optimus felicita a Fundação EDP pela iniciativa, e acredita que 'a mobilização global das empresas e dos seus colaboradores em torno desta causa, neste que é o Ano Europeu do Voluntariado e da Cidadania Activa, é um óptimo exemplo de que juntos podemos fazer a diferença. Na Optimus acreditamos que as empresas devem envolver-se em projectos que contribuem para solucionar problemas sociais, daí termos criado um programa de intervenção na comunidade, o Smile, que procura responder, de forma proactiva e com as competências que nos são intrínsecas, às necessidades das comunidades onde estamos inseridos", conclui a responsável.